Sexta-Feira Santa Não há celebração do Sacrifício da Santa Missa. Vivenciamos a celebração das (2)

Sexta-Feira Santa

Sexta-Feira Santa
Não há celebração do Sacrifício da Santa Missa. Vivenciamos a celebração das Funções da Sexta-feira da Paixão, tradição antiga dos primeiros séculos, que culminou depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por Santa Helena (ano 335 d.C.). Os cristãos peregrinos reverenciavam e a beijavam a relíquia da Santa Cruz quando exposta à frente do Santo Sepulcro.
Adorar à Santa Cruz hoje, é adorar Jesus que foi pregado naquele madeiro, estendido e banhado com seu sangue. Veneramos a cruz que ultrapassa o madeiro, o crucifixo, mais ainda, o local onde estamos. Vamos ao encontro de Nosso Senhor pregado na Cruz, lugar em que doou-Se inteiramente por todos nós.
Refletir:
– Jesus é a salvação, Barrabás o mundo, quem estamos escolhendo?
– Jesus tem sede, sede da nossa vida, estamos saciando a sede de Jesus?
– Jesus grita implorando que O escutemos, estamos ouvindo?
Quando vivemos o vazio existencial e espiritual, ou seja, sem Deus, caminhamos nas seguintes direções: comida, bebida e sexo (Francisco de Borja).
Beijar a cruz não pode ser um mero teatro, mas sim, a vivência do memorial da fé!

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