• Festa de São Vicente de Paulo – Fundador da Congregação das Filhas da Caridade, onde Santa Catarina de Labouré viveu. Ambos ligados à devoção da Medalha Milagrosa.
Parábola do pobre Lázaro
A imagem do homem rico que não tem nome, sem identidade, apresentado por seu estado social, conhecedor da lei de Moisés e dos profetas e o pobre Lázaro, sem outros adjetivos.
Há um contraste grande na vida dos dois personagens. O rico abundante nas conquistas materiais e muitas festas; Lázaro, pobre, mendigava migalhas na porta do rico. Lázaro, por sua vez, vivia a fé nas promessas do Deus de Abraão, Isaac e Jacó, enquanto o rico desfrutava dos seus bens sem se preocupar com o que viria depois.
O abismo surge entre eles, quando morrem. Um está ao lado do Pai Abraão e o outro sofrendo o calor das chamas. Um não pode ir ao encontro do outro. Abraão adverte: “Tu recebeste seus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males”.
A diferença social identificada na parábola não é o referencial para a separação abrupta entre os dois após a morte. A escolha de como viver para colher os frutos da eternidade, essa sim, determina o caminho de cada um. É o que diz o primeiro mandamento da lei de Deus, “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo”. Nesse mesmo contexto, entra também o Magnificat: “…Manifestou o poder de seu braço, exaltou os humildes e despediu os ricos de mãos vazias.”
Jesus contou muitas parábolas, a fim de alertar a humanidade a uma vida com propósitos de salvação, juntar os tesouros da terra para colher seus frutos nos Céus. Assim, fez Maria e São Vicente de Paulo, quando disseram sim para Deus, o sim do serviço, obediência e amor desmedido ao próximo.
Reflexão, Pe. Alexandre















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